1 de agosto de 2017

Leitoa dá à luz 31 leitões e bate recorde em SC

Em Água Doce, ocorreu um fato atípico na granja da família Cesca na última semana. Uma fêmea deu cria a 31 leitões em um único parto, fato considerado inusitado, já que a média fica entre 13 e 14 leitões por parto. Essa foi a terceira cria da fêmea, que pode passar ainda por mais cinco gestações ao longo de sua vida reprodutiva.

Com o número recorde de nascidos vivos, a ninhada foi repartida entre outras fêmeas, já que a matriz não tem como amamentar todos os leitões.

“Para nós é uma satisfação muito grande poder acompanhar essa alta produtividade, que justifica os altos investimentos feitos pela ACCS na Central. Esse é o resultado do trabalho bem feito pela nossa equipe, fornecendo um sêmen de qualidade”, afirma Mauro Serafim, médico veterinário da Central de Difusão Genética da ACCS.

Ele ainda garante que a alta produtividade registrada na granja da família Cesca é a soma de esforços da equipe que atua na Central da ACCS e também dos produtores, que fazem o manejo correto e se empenham para otimizar a produção.

“Precisa haver muito empenho para que se atinja um resultado de excelência como esse registrado na propriedade da família Cesca. Vamos nos esforçar para que sejamos cada dia mais eficientes, reduzindo os custos de produção”, reitera Serafim.
Conforme Paulo Egídio Cesca, um dos proprietários da granja, vários critérios são adotados no momento da cobertura das fêmeas, de modo que o resultado final seja satisfatório. “Nós buscamos a perfeição em nosso trabalho. A qualidade do sêmen, o manejo das fêmeas, dentre outros fatores são fundamentais para atingir os objetivos”.

Tradição na difusão genética

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) construiu a primeira Central de Sêmen do país, em 1976, ampliando a qualidade dos suínos produzidos no Estado e tornando Santa Catarina como referência mundial na produção da proteína. Uma cooperativa assumiu os trabalhos da estrutura, em 1999.


Após 14 anos, A ACCS retomou as atividades na Central, mas de forma terceirizada. Em 2014, reassumiu a estrutura de forma integral. “Vimos a necessidade de fazer grandes investimentos para que a Central tivesse credibilidade diante do produtor, para que ele pudesse receber um material genético de qualidade e com segurança sanitária”, explica o presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi. (ASCOM/ACCS/Tiago Rafael)





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